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Saudações / Salutations / Regards

O trabalho dos educadores, em especial dos historiadores, é contribuir para que mais pessoas conquistem a clarividência necessária para evo...

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Educação - Education - Éducation

Para os colegas educadores, com todo respeito.
Inicialmente, agradeço a atenção nesta publicação.

Mais do que simplesmente trazer novidades ou "reinventar a roda", a minha proposta é compartilhar o pouco que aprendi sobre a utilização de recursos digitais no trabalho de educação.

Como professor da rede privada desde 2002, tive de aprender como utilizar melhor os recursos da área de tecnologia, cujo contato tive desde antes da faculdade. Sou de uma geração em que a tecnologia chegou como uma novidade mágica e que haviam diferentes parcelas de educadores, uns carregados de desconfiança com o novo e outro que supervalorizavam o poder das ferramentas novas.

Creio que nem tanto e nem tampouco cabe a definir o papel das tecnologias na educação, pois o principal ainda é o mediador, o professor, aquele que faz a ponte entre o aluno em sua situação inicial e o aluno em sua situação ideal, valorizando todas as suas potencialidades. A tecnologia deve ser mais um recurso de se estabelecer uma ponte entre o educador e o educando, mas como os mais jovens tendem a sair na dianteira quando o assunto é tecnologia, precisamos nos ajudar mais enquanto educadores para não deixar escapar a oportunidade de melhorar a qualidade da educação e, por consequência, ajudar na construção de um mundo melhor.

Não basta dar o peixe, o melhor é ensinar a pescar. As ferramentas digitais são excelentes oportunidades para aumentar o apetite dos alunos pelo conhecimento. Quando era mais jovem, o acesso à informação era apenas pelos meios mais tradicionais, a biblioteca, os jornais e revistas. Ter uma enciclopédia em casa completa "era coisa de rico", hoje em dia nem espaço para livros temos e o que mais faz diferença em casa é uma internet estável e de banda larga.

Lembro que acompanhei a guerra do Iraque (a primeira) pelas rádios de ondas curtas (BBC, Rádio Vaticano) e tinha os conhecimentos de primeira mão. Hoje, dispomos dos aplicativos que colocam o cidadão na "linha de frente das notícias", compartilhando imagens, vídeos e formando também opinião. Então, o que mudou não foram as pessoas e a sua curiosidade e vontade de comunicar, de ter acesso à informação, mas os meios de fazer a notícia e as informações rodarem o mundo. O perigo está em não aproveitarmos esses novos recursos e deixar apenas para a indústria esse filão.

Seguem algumas propostas:












>> Clique aqui << Liderança e protagonismo juvenil.














>> Clique aqui << Aplicativos para a docência em cinco passos.





















>> Clique aqui << Projeto Nós Fazemos História (PDF)







Quase não dá para separar… 

pc, internet e jovens, dá jogo na certa.


Jogos em rede são mania nacional, mas até que ponto eles ajudam ou atrapalham nos estudos?
Se por um lado o controle motor, os reflexos e o raciocínio rápido são muito desenvolvidos com os chamados jogos virtuais ou eletrônicos, cada vez tem sido mais difícil o convívio em sala de aula de tantos “jogadores” juntos dividindo um mesmo espaço.

O problema é que não somos nós, seres humanos, apenas feitos de reflexos, motricidade e raciocínio rápido, somos também emoções, sentimentos e relacionamentos.

A falta que faz o contato com o outro tem criado cada vez mais “jovens off-lines” em nosso mundinho social. Os velhos e bons jogos como o Banco Imobiliário, o War, o Xadrez e tantos outros ainda deveriam fazer sucesso entre os jovens, aguçando também as relações interpessoais e melhorando a convivência entre as pessoas.

Precisamos amadurecer outros aspectos além dos reflexos rápidos e do condicionamento.

As tragédias chegam também nas nossas escolas...
Somos todos iguais, mas somente nas diferenças!


Realengo/RJ (2011) e ainda procuramos respostas...
Numa sociedade vítima de suas próprias ambições, desvios comportamentais não são tão raros e se deflagram tanto quanto de forma imprevisível e mas medida que são também estimulados quando tornados públicos e divulgados.
Hoje é assim, aconteceu, caiu na rede! É impossível deter a velocidade da comunicação nos dias de hoje. Mas somos muito bem integrados pela rede, porém, nem tanto socialmente e em carne e osso. Falta mais contato e convívio para diminuir as distâncias e promover uma vida mais humana!!! Não são somente as armas, pois a maior parte delas ou entra no país por uma fronteira sem limites e com um controle insuficiente ou saem das mãos de péssimos profissionais da área de segurança, que tem acesso a elas com certa facilidade. Aqui em Recife um revólver pode sair até por R$ 200,00, mas de onde vem tanta arma? Não dá para imaginar que sejam somente de armas roubadas!
Também não são os professores, que tem a grande responsabilidade de educar, planejar, executar e avaliar o processo de crescimento do aluno, que tem que responder pela segurança na sala de aula, além de fazer muitas vezes o papel de referêncial de pai e mãe, ausentes em algumas famílias. Também não são somente os pais, sobrecarregados com uma vida de lutas pela sobrevivência e sustento da família, abrindo mão do convívio com os filhos para não deixá-los abandonados materialmente e passando por privações.
De fato, se formos procurar culpados não teremos a quem responsabilizar totalmente pelo fato de que vivemos uma insegurança em qualquer lugar de nosso mundo, conectado ou não. Cabe promover a ideia de que somente juntos conseguiremos superar esse mundo de desafios que se avoluma diante de nós. Muito conhecimento, com muita velocidade, mas que precisa de uma grande característica humana… o amor ao próximo e a vida em conjunto!
Vamos tentar mais uma vez? Sim. Sempre, pois nós temos na história exemplos de superação, mesmo nos episódios mais terríveis. Não somos como um monte de maçãs e nem tanto podemos tratar ao próximo como um fruto podre.
Suzano/SP (2019) e ainda procuramos respostas...

sexta-feira, 4 de março de 2016

Aulas - Geografia

ORIENTAÇÃO E OS MOVIMENTOS DA TERRA












>> Click Here >> Orientação e os movimentos da Terra << Clique Aqui!




Aula sobre os movimentos da Terra

https://docs.google.com/presentation/d/15_84yfE_jmAyptIl8a62J09ZUCNyw7xCV5SNCNZvA2s/edit?usp=drivesdk


A Atmosfera da Terra











>> Click Here >> A Atmosfera terrestre << Clique Aqui!



Aula Globalização

Vídeos:
Quanto Vale a Terra? (By History)

Discurso ambiental na ECO 1992 (Rio de Janeiro - Brasil)

Usina Nuclear (como funciona)

Usina hidrelétrica de Itaipu

Energia Eólica



Globalização - Milton Santos

Corporation


Geografia - A População Mundial
Geography - The World Population / Géographie - La population mondiale

Crowds of people welcome a

Aula: Geografia - A População Mundial >> Clique aqui <<

http://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=N__ujKDfXq8C&oi=fnd&pg=PR9&dq=our+ecological+footprint+reducing+human+impact+on+the+earth&ots=3AW93vqpAW&sig=_LfLkHUS9WR6Q0AJKiRreYP2FXg&redir_esc=y#v=onepage&q=our%20ecological%20footprint%20reducing%20human%20impact%20on%20the%20earth&f=false

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/projecao_da_populacao/2008/piramide/piramide.shtm


Geografia - A Europa
Geography - The Europe / Géographie - La Europe

 File:Europe flags.png

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Geografia - A Oceania
Geography - The Oceania / Géographie - Le Océanie

images 
Aula: Geografia - A Oceania >> Clique aqui <<

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Saudações / Salutations / Regards

O trabalho dos educadores, em especial dos historiadores, é contribuir para que mais pessoas conquistem a clarividência necessária para evoluirmos todos enquanto espécie, ao ponto que a nossa existência não implique em ameaça ou destruição de outra espécie e, principalmente, também na ameaça de sujeitos de nossa própria espécie. A origem da violência e da barbárie em nossa história está na intolerância e na falta de diálogo entre os povos de diferentes culturas. Vivemos num mundo integrado, com ferramentas suficientes para nos unir e acharmos a solução para compreender e fazer melhor uso desse grande milagre, chamado vida. Que a nossa "vida" seja o nosso maior testemunho de que compreendemos o real significado do presente que o Grande Arquiteto do Universo nos concedeu. O movimento Escoteiro nos permitiu enxergar um mundo de forma diferente, onde as bandeiras são apenas para nos aproximar e nos reconhecer e onde a vitória de um só tem sentido se for a vitória de todos.
Avante, irmãos e muito obrigado. UBUNTU!

Conheça também o conteúdo do nosso site (www.nosfazemoshistoria.com.br).

Français:
Le travail des éducateurs, en particulier les historiens, est d'aider plus de gens à acquérir la clairvoyance nécessaire pour évoluer tout comme une espèce, au point que notre existence ne comporte pas de menace ou d'un autre genre de destruction, et surtout aussi la menace de sujets de notre propre espèce. L'origine de la violence et la barbarie de notre histoire est sur l'intolérance et le manque de dialogue entre des personnes de cultures différentes. Nous vivons dans un monde intégré avec suffisamment d'outils pour se réunir et trouver une solution à comprendre et à faire un meilleur usage de ce grand miracle qu'on appelle la vie. Que notre "vie" est notre plus grand témoignage que nous comprenons la signification réelle de ce que le Grand Architecte de l'Univers nous a donné. Le mouvement scout nous a permis de voir un monde d'une manière différente, où les drapeaux sont pour nous et nous apporter de reconnaître et où la victoire de l'un n'a de sens que si elle est la victoire de tous.Onward, frères et merci. UBUNTU!

Ce blog et ses articles ont été traduits en français et en anglais par Google Translate. Désolé pour tout manquement.

English:
The work of educators, especially historians, is to help more people gain the foresight needed to evolve all as a species, to the point that our existence does not involve threat or another kind of destruction, and especially also the threat of subjects of our own species. The origin of violence and barbarism in our history is on intolerance and lack of dialogue between people of different cultures. We live in an integrated world with enough tools to come together and find a solution to understand and make better use of this great miracle called life. That our "life" is our greatest testimony that we understand the real meaning of this that the Great Architect of the Universe has given us. The Scout movement has allowed us to see a world in a different way, where the flags are for us and bring us to recognize and where the victory of one only makes sense if it is the victory of all.Onward, brothers and thank you. UBUNTU!

This blog and his articles have been translated into English and French by Google Translate. Sorry for any failure.

Convite / Invitation

Eu preciso de irmãos para esse simples, porém grande, trabalho.
Chega de história com uma só versão, um só lado, heróis e bandidos. Somos todos grandes criaturas de Deus que devem se unir, cada qual segundo sua própria fé, cultura e valores, para servi-lo através de nosso crescimento coletivo. Não há tempo e nem mais espaço para distâncias, fronteiras e intolerância. Quanto antes descobrirmos todos juntos isso, mais rápido acabaremos com os males que assolam a humanidade. 


Je dois frères à ce travail simple mais grande.
Assez de l'histoire avec une version, d'une part, héros et les méchants. Nous sommes toutes les grandes créatures de Dieu qui doit venir ensemble, chacun selon sa propre foi, la culture et les valeurs, pour le servir à travers notre croissance collective. Il n'y a pas temps ou d'espace pour plus de distances, les frontières et l'intolérance. Le plus tôt nous trouvons tous ensemble si rapidement retrouvons avec les maux qui affligent l'humanité.


I need brothers to this simple but great work.
Enough of history with one version, one hand, heroes and villains. We are all great creatures of God that must come together, each according to his own faith, culture and values, to serve him through our collective growth. There is no time or space for more distances, borders and intolerance. The sooner we find out all together so quickly end up with the evils that plague mankind.
 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O gigante acordou?



Nos acontecimentos recentes, pude testemunhar ao vivo na programação da TV Câmara, o brilhante depoimento do Senador Cristovão Buarque. Ele se referiu aos movimentos de junho de 2013 como uma manifestação popular como a mistura de dois grupos de jovens, um que luta pelos ideais de mudança política, por se considerarem politicamente excluídos, porém esclarecidos o suficiente para reconhecerem sua força e capazes de se mobilizar pelos seus interesses, e outro grupo que já vive na exclusão, não tem o que perder para a sociedade e aguarda a oportunidade de, ausente o poder público, manifestar na sociedade como um todo o seu ressentimento, explodindo em violência.
O professor Milton Almeida dos Santos já falava dessa discrepância e dos perigos que os radicalismo e as alienações poderiam produzir no mundo globalizado. As distâncias crescem a olhos vistos, num mundo em que o ter e o saber caminham cada vez mais distantes. A sociedade produz suas próprias mazelas pela exclusão social de uma massa, muitas vezes adormecida até que um dia... o "empréstimo compulsório ao rei" foi o estopim de uma Guerra Civil na Inglaterra (a conhecida Revolução Puritana Inglesa, no Século XVII), os "seguidos aumentos de impostos nas colônias inglesas na América" foi o estopim da luta pela independência dos Estados Unidos da América (a conhecida Revolução Americana, no Século XVIII), e, por último, o "aumento no preço do pão" foi o estopim para uma Guerra Civil na França (a chamada Revolução Francesa, também no Século XVIII).
A Primavera Árabe também foi um decisivo momento histórico na nossa História, com as quedas sucessivas de tiranos que abusavam do seu povo ao longo de décadas no poder, semeando o medo e o ódio. Tal processo ainda não findou, mas serviu de lembrete ao mundo da capacidade de mobilização que o povo possui e que, nem sempre, precisa de lideranças formais.
Ao longo da História, nos momentos mais decisivos e revolucionários, estouros de violência, ora ocasionais e esporádicos, ora na essência do movimento, também ocorreram. Acredito no sincero desejo de mudança, sem violência, sem desestabilização da sociedade, iniciado pelos estudantes brasileiros em 17 de junho de 2013, mas fico abismados com o rastro de violência deixado pelos que se aproveitam do movimento para praticar a desordem e o caos.

Cobrir o rosto, protestar em anonimato, esconder sua identidade... isso me assusta por dois motivos. Ou na nossa sociedade não existem garantias de liberdade de expressão consistentes ou existe uma camada que, visando alcançar satisfações imediatas, como prazer de ter ou destruir algo que não lhe está normalmente ao seu alcance, promove a desordem generalizada.
Não cabe a mim julgar, mas acredito na liberdade e no respeito vencendo o ódio e a violência e que, no fim, acharemos a solução que procuramos. A classe média que se movimentou primeiro e mobilizou os primeiros atos, não se identifica com a barbárie. A destruição de sua paz, de seus símbolos e de seus espaços não passará incólume. Gradualmente, o barbarismo vai diluindo a força dos protestos e os mesmos políticos que acenaram com indiferença no começo do movimento, começam a buscar aproximação com seus membros. É o velho ditado "se não pode com eles, una-se a eles". Programas, propostas, encontros, reuniões e até mesmo um plebiscito fazem parte dessa novela, onde teremos ainda nos próximos capítulos de agosto, candidaturas disparadas de todos os lados, uma verdadeira corrida ao planalto, com discursos todos em prol do movimento que tanto demonstrou repulsa pelos mesmos políticos que vão tentar utiliza-lo para se promover. Na política, a queda da popularidade de uns é uma oportunidade para outros e a luta se perde nesse meio se não soubermos conduzir nosso meio a constante vigilância e reflexão.

Algo começou, não posso prever exatamente quais serão seus resultados, mas arrisco imaginar a possibilidade de esquecermos um pouco essa nossa história de um povo sem memória, que exige dos políticos a mesma honestidade que não é capaz de pratica-la se esse movimento também mudar as relações políticas primeiro entre nós e nossos vizinhos. Então, um dia poderemos almejar e exigir com mais justiça e vigor ainda a retidão daqueles que nos representam.

Mas por hora, Rui Barbosa ainda está certo: "De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto."

O que significa que ainda temos muito por andar... ousemos continuar com esta jornada!


O consumismo e o jovem brasileiro